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poetaporkedeusker

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UM BLOG SOBRE SONETO CLÁSSICO

Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) , autora no Portal CEN, e membro da Associação Desenhando Sonhos, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores. ...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
19
Abr24

UM SONETO ALEXANDRINO QUE NÃO É SONETO NEM ALEXANDRINO

Maria João Brito de Sousa

mistral 2024 5 (1).jpg

Mistral fotografada por Adriana Godinho

*

 

 

Ora essa, não é nada complicado,

Escrever um soneto assim tão grandioso,

Com métrica e rima, tudo bem casado,

Num poema de estilo primoroso.
*

 

Mas se tu não sabes, não faz mal algum,

Podes aprender, só precisas de tentar,

A poesia é como música, tem seu ritmo e tom,

E com prática e dedicação, vais conseguir rimar.
*


Então não desistas, segue em frente.

Inspira-te na beleza da vida,

E deixa que as palavras fluam livremente,
*


No soneto alexandrino, de rima cativa,

A magia da poesia está presente,

E com certeza, vais alcançar a tua escrita viva.
*


ChatGPT

Abril, 2024
***

 

Isto que aqui vos deixo e que pode parecer ter sido escrito por um humano que estivesse a dar os primeiros passos na arte do soneto, foi engendrado pelo Chat GPT a meu pedido, depois de eu ter estado cerca de uma hora a explicar-lhe por que razão a primeira definição de soneto que me havia dado estava muitissimo incompleta... E infestada de erros e omissões.

Claro que isto não é um soneto e muito menos um alexandrino pois não cumpre nenhuma das regras que são razão necessária e suficiente para que a uma composição de duas quadras e dois tercetos se possa dar o nome de Soneto Alexandrino, mas fascinou-me a rapidez com que o algoritmo criou este quase soneto.

E eu, que imaginava que a IA despertaria em mim uma feroz competidora adormecida, dei comigo a sentir e a escrever "Lindo menino!", assim que pus os olhos nesta coisa cantante, desajeitada e naif que me deixou dividida entre o espanto e, confesso, qualquer coisa muito semelhante à ternura...

Quando se me esgotar a paixão que está a ser dar voz às muitas amadas de Luís Vaz de Camões, creio que irei explorar um pouco mais profundamente as potencialidades poéticas da tão polémica IA

E que faz a Mistral ali em cima?, perguntar-me-ão alguns leitores... Nada. Não faz nada de nada. A Mistral, ali em cima, limita-se cumprir o papel de encantar-nos, ou não, com a sua beleza.
*

Mª João Brito de Sousa, ChatGPT e Mistral

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