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poetaporkedeusker

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UM BLOG SOBRE SONETO CLÁSSICO

Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) e autora no Portal CEN, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores. ...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
22
Set08

CESSE TUDO O QUE A ANTIGA MUSA CANTA!

Maria João Brito de Sousa

Outro valor mais alto se levanta...

 

Lamento muito, mas não poderei proceder hoje à reformulação da estrofe final da minha coroa de sonetos. O "valor" que podem ver no topo do post tem prioridade em relação a uma coroa de sonetos...

mesmo que eu partisse do princípio que seria a minha "coroa de glória".

Chama-se Spirit, tem cerca de 5 ou 6 meses e pertence ao sexo masculino da família dos felinos urbanos.

- O que está o Spirit a fazer em casa da Poeta?Perguntarão vocês, muito pertinentemente.

Pois nem eu mesma sei explicar o que está um jovem felino amarelo a fazer, fechado na minha casa de banho... posso fazer-vos a narrativa do estranhíssimo evento, mas vocês, mais uma vez, não me acreditarão... fá-la-ei, de qualquer modo.

Fui, esta tarde, à farmácia Buscar (a crédito, claro...)

Bactrim para a Lupa que começou agora a apresentar melhorias no seu estado e à vinda, sentei-me um pouco com as minhas duas amigas na esplanada do café.

Desta vez não houve muitas gargalhadas. Uma delas vai ter um casamento na família e as conversas acabaram por centrar-se nas "toilettes", o que para mim é uma tremenda chatice (desculpem-me o português vernáculo...).

Quando, já noite, nos preparávamos para recolher aos respectivos lares e já estavam feitas as continhas dos "garotos" (com muuuuitas moedinhas pretas...), eis que esta vossa humilde amiga sente, subitamente, uma coisa fofa, ronronante e peluda a saltar-lhe para o colo. A vossa amiga poeta é forte, mas ficou sem pinga de sangue.

Primeiro fiquei desconcertada, alheei-me da dura realidade, imaginei que estava a ter uma alucinação a 3D. Depois o ronron começou a fazer-se acompanhar por turras e outras evidentes manifestações de carinho. Estava (mesmo) um gato ao meu colo!

Olhei implorativamente para cada uma das minhas amigas e deparei-me com duas estranhas boquiabertas. Olhei para o céu. Garanto que me zanguei com Deus. Pronunciei em voz bem alta:

- Ó Deus, isto é demais! Isto não se faz a uma poeta doente e mais pobre do que nunca!

Depois caí em mim. Elas continuavam de boca aberta e os outros clientes da esplanada imitavam-nas, provavelmente devido à estranha invocação que lancei para o céu estrelado.

O facto de estar um gato sentado no meu colo tornava-se mais real a cada momento que passava.

Tanta gente naquela esplanada e o bicho viera direitinho ter comigo! Comigo, que partilho um T1 com dois cães, cinco gatos e seis pombos e que acabo de deixar os meus últimos 55 cêntimos do mês

em cima da mesa do café.

Volto a olhar as minhas duas amigas que se levantam ainda boquiabertas. Uma fica muda. A outra ainda aventa:

- Leve-o para casa e depois solte-o lá para as duas ou três da manhã. A essa hora já não há cães nas ruas...

Eriço-me por ele. Protesto. Garanto que nesta rua sempre houve cães a qualquer hora (eu que o diga por experiência das madrugadas em que vou passear a Lupa...).

Compreendo que nenhuma delas irá acolher aquele gato que escolheu o meu colo. Por razões que bem conheço e não me interessa aqui ventilar.

Levanto-me e tomo lentamente o caminho de casa. Spirit segue-me como um cão. Entro no elevador. Spirit entra também. Isto não é normal!Lidei com dezenas de gatos e nunca encontrei nenhum que entrasse confiantemente num elevador. É tudo completamente surreal. Tudo... até abrir a porta e o Kico e a Lupa virem a correr ter comigo. Aí é que o Spirit mostrou ser um gato de carne e osso! Houve rugidos, sopradelas e unhadas. Até a E.T. apanhou por tabela ... é por isso que eu tenho, neste momento, um gato amarelo e muito jovem chamado Spirit na minha casa de banho. E é por isso que a coroa de sonetos vai ter de esperar. O Spirit não pode ficar indefinidamente na minha casa de banho e precisa de uma casa para viver.

Se algum de vocês conhecer alguém que queira partilhar o seu espaço com um gato amarelo, macho, meigo, de cerca de seis meses de idade e que tem a "carinha chapada" do Lion King, enviem-me, por favor, um email para m.joao-bsousa@sapo.pt ou, se a internet for cortada e não receberem resposta, podem telefonar para o número de telemóvel do perfil. O nome nasceu deste estranhíssimo encontro que acabo de vos descrever. E podem acreditar que tudo isto é a mais pura verdade. Antes não fosse, meus amigos. Antes não fosse.

25
Jun08

TOURO DE MORTE

Maria João Brito de Sousa


Cego de medo e dor, ele nada vê.

Confuso e humilhado, o bicho é cego...

Roubam-lhe a liberdade, o aconchego

De amar a vida sem saber porquê...


Corre o sangue no dorso. Já não é

Da natureza o seu desassossêgo...

Da vida que viveu com estranho apêgo

Pressente o culminar... [Olé,olé!]


O público, em histeria colectiva,

Estremece inebriado e grita: -Viva!

Mas é morte que quer e a morte vem...


Ajoelhou o touro e vai morrendo

E eu, que nada fiz mas compreendo,

Ajoelho com ele, morro também...

 


Olé...

.

 

Maria João Brito de Sousa - 2008

 

24
Jun08

TOURADAS... E O RESTO?

Maria João Brito de Sousa

 

Fotografia retirada do blog lavaflow.blogs.sapo.pt

 

Todos morremos um dia, mas ocorre-me pensar que o poderemos fazer com a dignidade possível e natural do momento. Não me agradaria nada morrer desta forma...

Muitos pensarão: - Está preocupada com os touros e esquece-se dos homens mulheres e crianças que, a cada minuto, morrem em idênticas circunstâncias...

Nada disso. Eu preocupo-me com os touros E com os homens, mulheres e crianças. Preocupo-me com tudo o que vive, sente e sofre.

Preocupo-me e ocupo-me. E é preocupando-me e ocupando-me que me ocorre ter algumas certezas. Uma delas é que há mil e uma maneiras do ser humano (que ainda não morreu nestas ou noutras circunstâncias) ocupar o seu tempo e que torturar animais não é, seguramente, a mais saudável...

Há quem se debruce sobre este assunto com maior eloquência e objectividade, por isso vos remeto para trapezio.blogs.sapo.pt/23338.html - MARRADAS

 

17
Abr08

NÃO! - À PENA DE MORTE NOS CANIS PORTUGUESES

Maria João Brito de Sousa

Se me perdi de vós, foi por momentos...

No caminho p`ra casa, um cão vadio

Olhou-me e tinha fome e tinha frio...

E eu, que até ali, toda lamentos,

.

Vos dirigia, a vós, meus pensamentos,

Senti-me igual ao cão! Então segui-o...

Dei-lhe todo o meu pão, que isto de brio

Também vem da partilha de alimentos.

.

E, por hoje, só hoje, o velho cão,

Que depois quis partir, ir rua fora,

Vai de barriga cheia e confortado...

.

Amanhã outro alguém lhe dará pão!

Alguém que o deixará, que irá embora...

E qual de nós será o mais culpado?

.

Hoje, quando regressava do laboratório de análises clínicas.

 

29
Mar08

ARTE?

Maria João Brito de Sousa

Meus amigos, esta imagem, retirada da Net, é a de um cão que um "artista" Porto Riquenho, de nome Guillermo Habacuc Vargas, utilizou numa exposição de "Arte".

O animal foi amarrado a uma coluna da Galeria de Arte e ali esteve, sem comer nem beber durante semanas até que a morte o levasse.

Esta situação pode parecer um delírio mas foi real. Guillermo Vargas não só foi premiado pela sua "obra" como convidado a participar na próxima "Bienal Centroamericana das Honduras, 2008".

Centenas de pessoas assistaram, diaramente, à agonia do animal, sem que, dentre elas, um único ser humano se levantasse e tentasse arrancar o animal da sua agonia.

Passou-me pela cabeça ir, na minha Jangada de Imaginário, até às Honduras, mas  fui forçada a concluir que não conseguiria chegar lá viva.

Se algum de vós tiver dúvidas acerca desta macabra exposição, introduzam o nome do "artista" e encontrarão numerosos links com as mais diversas descrições sobre algo que efectivamente se passou.

Não posso ir às Honduras, mas posso fazer alguma coisa no sentido de impedir que

a "Obra de Arte" se repita este ano.

Anda, online, uma petição que me foi cedida pela Associação ANIMAL e que acabo de assinar.

Àqueles a quem o estômago genuinamente se revoltar, como a mim me está a acontecer, deixo o link para essa mesma petição.

http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html

 

Obrigada. Por mim, pela dignidade do ser humano e pelo próximo cão eleito para glorificar a "Arte".

13
Fev08

KICO E OUTROS NÃO-HUMANOS...

Maria João Brito de Sousa

 

Boas tardes!

Chamo-me Kico! O meu primeiro nome ninguém o sabe e nem já eu me lembro...

Corria o ano da graça de 2001 quando me abandonaram na autoestrada que liga Cascais a Lisboa. Assustei-me deveras! Os carros passavam por ali a uma velocidade aterradora e eu bem tentava correr mais do que eles... um deles acabou por me atingir e fiquei estendido no asfalto, cheio de dores e impossibilitado de andar. Passou-se muito tempo, mas um desses carros acabou por parar e saiu um jovem casal que pegou em mim e me levou a um veterinário.

- Fractura da coluna. Nunca mais anda!

- Mas nós não podemos ficar com um cão paralítico. Faça favor de abater!

- Os senhores é que sabem...

Mas não sabiam nada! Nesse consultório trabalhava- e trabalha -a irmã da minha dona e embora não estivesse, também ela, muito disposta a carregar o fardo de um animal paralítico, sabia que a irmã não conseguiria recusar...

A minha dona estava, então, a tomar conta de uma idosa que morava em Paço de Arcos, perto do consultório.

- Olá. Vem cá num instantinho, que eu quero mostrar-te uma coisa...

- Mostrar-me o quê? Estou a trabalhar!

- Não digo... mas vem que vais gostar!

E lá vem a palerma da minha dona (que ainda o não era...) sem saber o que a esperava...

- Olha, o teu sobrinho chama-lhe "Quasimodo". Vai ser abatido esta tarde e eu não consigo dá-lo a ninguém...

Sempre me gabaram a doçura do olhar... e eu gostei daquela humana logo à primeira vista. Foi tiro e queda. Paixão "assolapada". À noite já eu estava em sua casa a levar injecções de vitamina B12 e a refastelar-me com latinhas da Pedigree Pall.

Claro que estava incontinente e não podia andar, mas tanto eu como ela somos sobreviventes por natureza e não nos rendemos facilmente às adversidades da vida.

Três meses depois já andava e corria. Muito coxo, pata aqui, pata ali, o que me valeu das pessoas do café mais próximo, as alcunhas de "saltitão", "coxinho", "dançarino",etc. Mas todos gostam de mim porque sou, de natureza, meigo como poucos e, embora sendo muito pequeno, sou um acérrimo defensor da minha dona e da minha "irmã" Lupa.

Hoje vim aqui falar-vos dos meus irmãos que não tiveram a sorte que eu tive. Porque estas coisas de solidariedade também são importantes para nós, que nos movemos sobre quatro patas, mas não deixamos, como vós, de SENTIR. Porque nós sentimos mesmo! Dor, felicidade, orgulho, tristeza, amizade e abandono. Somos

produto de uma biologia tão perfeita como a vossa e gostaríamos de fazer exercer os nossos (poucos) direitos. A minha dona já vos falou da ANIMAL. É uma ONG que dá voz àqueles que, como eu, sofreram na pele a crueldade de alguns humanos.

Hoje a ANIMAL manifesta-se às 14h, na Lapa, em Lisboa, contra as atrocidades cometidas sobre os meus irmãos na China. Amanhã será em frente ao Campo-Pequeno, pela abolição das touradas. Porque nenhum de nós pode ficar indiferente ao apelo de quem, como eu, tem tanta ternura no olhar...

 

 

Maria João Brito de Sousa

...

13.02.08

08
Fev08

ESTES HUMANOS...

Maria João Brito de Sousa

 

Muito boas tardes! Sou a... Helder...

Estou numa situação bastante delicada! A humana que me adoptou, quando eu era um borracho meio-depenado, e a quem Deus se esqueceu de dar asas e bom-senso, resolveu confundir-me com um rapazinho e deu-me este nome...

Esta não é a minha única desgraça! Conforme podem ver, fui acometido por um fungo e... caiu-me a parte de baixo do bico! Bom, eu não percebo muito de Medicina, mas a mãe adoptiva ficou com os cabelos em pé e entrou logo em contacto com alguns columbófilos... - Não tem cura! É um Aspegillus fumigatus e o melhor é abater!

Eu era ainda muito pequeno e não percebia nada daquilo! Ela dizia que não, que havia de me curar desse por onde desse... e curou mesmo! O preço foi o bico, mas paciência... já tenho quase um ano e estou farta de pôr ovinhos! Além do mais já me habituei a ela e à minha irmã Pitinha, que mais tarde vos apresentarei.

E agora dêm-me licença que está na hora do lanche...

-

 

 

M. J. B. S.

08
Fev08

E.T.

Maria João Brito de Sousa

 

 

Olá!

Chamo-me E.T. e sou muito brincalhona! Tenho F.I.V. e por isso não convém nada que tenha filhotes! Não me importo muito porque brinco tanto que nem tenho tempo para grandes angústias existenciais!

A Minerva foi a minha mãe adoptiva mas, como não tinha leite foi a outra mãe, (a que usa as patas da frente para dar pancadinhas no aparelho quentinho onde estou deitada...) quem teve que me dar os biberons de leite. Fiz-lhes a vida um bocado negra! Queria mamar de hora em hora e não as deixava dormir! Não interessa! Elas continuam a gostar de mim e eu só paro de brincar para dormir a sesta no PC!

E agora, muito boa tarde porque estou cheia de soninho...

-

 

M. J. B. S.

 

 

08
Fev08

SOBREVIVENTES - Minerva- 1999-2009

Maria João Brito de Sousa

 

Esta é a Minerva. É a única sobrevivente de um saco de lixo, muito bem atado, que foi  encontrado à noite, numa praia, e que tinha mais cinco irmãos de ninhada. Os outros gatinhos já estavam mortos, mas esta minha amiguinha é uma verdadeira "surviver"!

Quem quer que tenha ditado à Minerva uma morte por asfixia num saco de plástico, não sabe ter perdido uma excelente amiga.


A Minerva é mesmo um doce de animal e já foi mãe "adoptiva" de uma outra gatita que teve uma sorte semelhante... e, por muito que me custe alimentar e dar os devidos cuidados de Medicina Veterinária a estes meus "filhos de outras espécies", sinto que seria bastante menos "boa pessoa" se os não tivesse junto de mim...

E quantos poemas e telas me "nasceram" por eles, com eles e para eles...

 

Claro está que tudo isto dá trabalho! Há rotinas de higiene que têm que ser escrupulosamente mantidas , visitas ao veterinário, desparasitantes, etc., mas é um trabalho muito gratificante porque os animais não-humanos são mestres na arte de amar e demonstrar a sua ternura...

 

A quem pensar - e ainda há quem pense...- que quando se gosta de animais,  falha no que diz respeito aos outros seres humanos, eu respondo que não. De modo algum! O amor (o verdadeiro amor...) nunca divide nem subtrai. É, talvez, o único sentimento que se vai somando, multiplicando e potenciando a si próprio! Quanto mais se exerce, mais cresce em nós!

 

Nunca tinham pensado nisso?

 

 

Maria João Brito de Sousa

 

-

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