Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) , autora no Portal CEN, e membro da Associação Desenhando Sonhos, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores.
...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
Admiro a sua capacidade criativa. Este seu poema é uma sábia mensagem, temos medo mas só nos resta continuar a remar. Se naufragar, eu não me salvo, não sei nadar. Um abraço. L
Resta-nos remar e estar atentos, como este remador. Não é tarefa pequena e muito menos fácil, mas encontraremos forma de chegar a bom porto.
Não se preocupe, vamos no mesmo barco e eu sei nadar. Posso sempre rasgar as águas com um braço e mantê-lo à tona com o outro ;) Não sei é se o meu avariado coração aguenta o choque com a água gelada, mas vamos acreditar que sim.