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poetaporkedeusker

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UM BLOG SOBRE SONETO CLÁSSICO

Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) e autora no Portal CEN, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores. ...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
29
Nov17

GLOSANDO MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE - VIDA

Maria João Brito de Sousa

Bosão de Higgs.jpg

É LÁ NESSE LUGAR QUE A VIDA HIBERNA

 

Lá no alto onde o tempo se calou

Onde há nuvens que choram sem querer

Pra onde a lua foi e não voltou

E há estrelas acabadas de nascer…..

 

Lá no alto onde o tempo já brilhou

Quando o sol lá nasceu sem se esconder

Lá onde o azul do céu se misturou

Com as cinzas das estrelas a morrer

 

Fica o lugar mais belo, mais sereno

Onde a paz é maior o vento ameno

E a luz, eu direi mesmo que é eterna

 

Onde o sonho renasce e permanece

Quando a idade já nos entardece

…É lá nesse lugar que a vida hiberna!

 

MEA

28/11/2017

 

******

 

TAMBÉM NESSE LUGAR NASCE A POESIA

 

 

“Lá no alto onde o tempo se calou”

E os astros pulsam ao sabor do espanto

Cadências de um quasar que começou

Há milhões de anos sem que o desencanto,

 

“Lá no alto onde o tempo já brilhou”,

O impedisse de ir espraiando um manto

Sobre o vazio de um espaço que inundou

De química, primeiro, e... depois tanto,

 

 

“Fica o lugar mais belo, mais sereno”

De todos os locais que um ser terreno

Pode engendrar, se sonha e fantasia;

 

“Onde o sonho renasce e permanece”,

Cresce o Homem que ainda desconhece

Quanto de si é Ciência... e Poesia.

 

 

 

Maria João Brito de Sousa – 29.11.2017 – 18.10h

 



 

 

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