Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) , autora no Portal CEN, e membro da Associação Desenhando Sonhos, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores.
...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
AS vezes é mesmo lentamente, Maria 'palmo a palmo' até amansar, domesticar as emoções. Não se domina fácil quando já está desenfreado_ fujo eu amiga ... Tão bom te ler e sentir , saio um pouco da minha letargia e te deixo abraços fortes.
Escrevo quase sempre montada no cavalo de fogo da Musa. Só quando estou muito doente é que me forço a escrever devagarinho, "palmo a palmo" como dizes... E eu ando há meses numa fase de agudização das minhas mazelas crónicas, por isso soltei o cavalo de fogo para que ele não tivesse de atrasar o seu galope...
"Corre cavalo, corre eternamente. Não te deixes prender por mão humana". Lindíssimo poema a lembrar a liberdade quer só os destemidos conservam. E é de fogo, o cavalo, a lembrar a paixão pela vida. Maravilhoso poema! Que 2026 lhe traga saúde e amor e muita paz. Um beijo, minha Amiga Maria João.
Em relação a essa notícia, acabo de ser apanhada através de si. Ainda estou em estado de choque, nunca imaginei que o Ilustre Batráquio morresse antes de mim...
Não sei, nem sei se quero saber onde vou continuar a publicar os meus poemas. Dê-me uns cinco séculos para reflectir sobre o que, para mim, é uma catástrofe pessoal.
Já tive dois blogs na Blogspot, mas nunca me senti tão em casa como nesta plataforma. Além do mais, perdi-lhes o rasto, deixaram de me interessar... Este era - ainda é... - o meu espaçozinho de eleição.
No Facebook - Cronologia - a META IA roubou-me o nome e, na minha página de autora, sinto-me um boi a olhar para um palácio. Eu sei lá utilizar aquela parafernália de ferramentas vocacionadas para o negócio. Sou uma operária de sonetos, não sou uma técnica de informática!
Obrigada por me avisar e, caso eu decida continuar a publicar, pode ter a certeza de que será informado acerca da nova morada dos meus poemas.
O seu teclado deve andar como o meu. Quero escrever alhos e ele escreve bugalhos. Umas vezes apercebo-me e corrijo, demoro imenso tempo para escrever um pequeno texto.
O problema não está no meu teclado, está no ChatGPT : quando ele decide escrever no campo das imagens, fá-lo como se as letras fossem imagens e ainda não tem domínio sobre elas, enquanto imagens visuais. Há certos campos em que ainda está um pouco verde... :)