Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

poetaporkedeusker

poetaporkedeusker

UM BLOG SOBRE SONETO CLÁSSICO

Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) , autora no Portal CEN, e membro da Associação Desenhando Sonhos, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores. ...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
26
Jul17

GLOSANDO A POETISA MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE (cinquenta e nem sei quantos...)

Maria João Brito de Sousa

Velha com gatos - google.jpg

 

COLHI CACHOS DE SOL

 

Colhi cachos de sol já à tardinha

E juntei-lhe uma fruta bem madura

Com água, gelo e gim. Fiz caipirinha

Que fui bebendo em copos de ternura

 

No olhar ficou em jeito de adivinha

O fulgor que o sol pôs nesta mistura

Senti-me ao fim da tarde uma rainha

Dourada como a mais bela escultura

 

Já a lua vestia de cambraia

Descalça entrei nas ondas duma praia

E apanhei nelas véus de renda fina

 

Cobri o rosto e andei sem rumo exacto

Pensamento vazio olhar abstracto

Nos pés descalços asas de menina

 

MEA

22/07/2017



***********

 

 

FAMILIAR(IDADES)...



“Colhi cachos de sol já à tardinha”,

Gomos de lua cheia e reluzentes

Bagos, desses que brotam duma vinha

De que outros se embebedam, desistentes...



“No olhar ficou um jeito de adivinha”;

Sabes, de saber feito, ou só pressentes,

De mim, quanto era meu? Que me mantinha

Assim, perseverante, entre indif`rentes?



“Já a lua vestia de cambraia”

Quando, no horizonte, o sol desmaia

E, fascinada, então, pelo poente,



“Cobri o rosto e andei sem rumo exacto”

Encontrando um irmão em cada gato

E, em cada cão sem dono, outro parente...





Maria João Brito de Sousa – 26.07.2017 – 11.25h

 

08
Jul17

GLOSANDO MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE XLVII (?)

Maria João Brito de Sousa

NUVEM.jpg

 

FANTASIA DE NUVEM

 

Sou irmã dessa nuvem que chovia

Na tarde entristecida dum poeta

Escura e negra sem alma nem poesia

Escorrendo pelo bico da caneta

 

E quando o dia é escuro a noite fria

O luar é um fogo que inquieta

Fere-me os olhos, tira a fantasia

Eu viajo na cauda dum cometa

 

Pelas crateras negras desta vida

Em jeito duma névoa atrevida

Que tapa até a luz da lua cheia

 

E pela madrugada escorrem versos

Nos chuviscos que caem bem dispersos

Por entre velhas casas duma aldeia

 

MEA

5/07/2017



---------------------------------------

HÁ-DE PASSAR...



“Sou irmã dessa nuvem que chovia”

Sobre um chão sequioso e tão crestado

Que nem uma só planta ali nascia

Porque cada raiz tinha murchado



“E quando o dia é escuro, a noite fria”

E mesmo o céu parece ter secado,

Nem uma só semente brotaria

Se não fosse esse chão dessedentado...



“Pelas crateras negras desta vida”,

Tarde ou cedo, uma nuvem, comovida,

Há-de passar chorando, há-de passar,



“E pela madrugada escorrem versos”

Sobre os torrões inférteis que, submersos,

Desatam a florir, sem hesitar.





Maria João Brito de Sousa – 08.07.2017 – 09.55h

 

02
Jun17

GLOSANDO MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE XLV

Maria João Brito de Sousa

digitalizar0009.jpg

 

 

FANTASIA, SONHOS E BRINQUEDOS

 

Há  fantasia, sonhos e brinquedos

Fundidos com amor e esperança

Alegria aventuras e segredos

Nos olhos inocentes da criança

 

E quando chora e grita com os medos

Nos seus olhos há gotas numa dança

Translúcida, que brotam quais torpedos

Até sentir de novo ar de bonança

 

Se na água do rio se vê espelhada

Tem nos olhos uma estrela desenhada

Que cintila nos risos que declama

 

Como sendo poemas, esses risos

Mágicos,  que se fazem de improvisos

Quando os seus olhos vêm quem ama

 

 

MEA

1/06/2017

 

A CURIOSIDADE INFANTIL

"Há fantasia, sonhos e brinquedos"

E essa curiosidade natural

Que, ao fervilhar nas pontas dos seus dedos,

Desvenda do complexo ao mais banal

 

"E quando chora e grita com os medos",

São esses choros coisa ocasional,

Porque logo se apagam nos folguedos

Que engendra pela casa, ou no quintal...

 

"Se na água do rio se vê espelhada",

Sobre ela se debruça extasiada,

Fantasiando sobre o que ali viu...

 

"Como sendo poemas, esses risos",

São seus? Serão reflexos imprecisos?

Foi ela ou foi a água quem sorriu?

 

 

Maria João Brito de Sousa -02.06.2016 - 10.36h

 

 

18
Mai17

GLOSANDO MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE XLIV

Maria João Brito de Sousa

sonhos-e-planos.jpg

 

QUANDO A NOITE CHEGA

 

Serenamente a noite chega e traz

Um bailado com fitas de luar

Num brando musical que se perfaz

Nos sonhos que se formam num olhar

 

Se uma sombra dançante, satisfaz 

Fantasias que crescem no lugar

Onde o som do silêncio é capaz

De num abraço quente vir beijar

 

Os lábios que trauteiam as canções

Ao ritmo do bater dos corações

Quando sonho visita o pensamento

 

E junto com as estrelas e o luar

Há um conjugar perfeito um embalar

Que leva a viajar plo firmamento 

 

 

MEA

9/05/2017

 

 

FINITUDES

 

“Serenamente a noite chega e traz”

Um pouco de descanso ao torturado

Corpo que já não busca senão paz,

Quando da própria paz se vê privado.

 

“Se uma sombra dançante o satisfaz”

E devaneia um tanto alucinado,

Será só porque a dor não foi capaz

De lhe apagar um sonho antes sonhado.

 

“Os lábios que trauteiam as canções”,

Cerram-se agora em estranhas contorções,

Que a dor que quer esquecer não foi vencida

 

“E junto com as estrelas e o luar”,

Está a dor, sempre pronta pr`a lembrar

Que os sonhos também morrem, como a vida.

 

 

Maria João Brito de Sousa – 18.05.2017 – 10.08h

01
Abr17

PARTILHANDO RECEITAS COM MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE

Maria João Brito de Sousa

Partilhando receitas.jpeg

 



RECEITA PARA UM POEMA

 

Juntei todas as letras, uma a uma

Misturei levemente sem bater

Com um pouco de sol e também bruma.

Num lugar ermo deixei-as crescer

 

Ao molde, defumei-o com caruma

Nas horas que me deu maior prazer

E, suavemente como quem perfuma 

A vida com amor, fi-lo nascer

 

Dispondo cada verso em seu lugar

Fui dando pinceladas de luar

De modo bem subtil e assaz discreto

 

Ficou por fim completo com o tema

Que lhe deu essa mágica suprema

Ao conferir-lhe a forma de soneto

 

 

MEA

16/03/2017

 

**************


A MINHA RECEITA



Nasce, por vezes fora de estação,

Um verso, o ingrediente principal

Que tempero, sem grande contenção,

De razão, de emoção, pimenta e sal.



Cozinho sem panela de pressão,

Pois mais me agrada um prato natural

Confeccionado à base de paixão,

Do que um "forçado" que me saiba mal...



Tem, acima de tudo, de ser são!

Se a confecção me sabe a artificial,

Desprezo, no final, a refeição,



Volto ao fogão, preparo algo opcional,

Mais natural, de fácil digestão

E cheio de tensão... mas musical.





Maria João Brito de Sousa - 31.03.2017 - 11.01h

 

29
Mar17

GLOSANDO MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE XLIII

Maria João Brito de Sousa

ábaco.jpg

 

DIAS DE MULHER



Na madrugada ainda escurecida

Desperta, com o sono inacabado

E vai ainda meio adormecida

Começar mais um dia complicado

 

Tem como companheira a avenida

Que percorre com passo já cansado

Do tanto que já fez, até comida!

Para poupar no seu magro ordenado

 

Entre papéis com tanta informação

Pessoas e projectos, reunião

O seu dia passou alucinante

 

Já em casa as palavras são caladas

Plo silêncio que soa quais baladas

No cansaço que em si se faz reinante

 

 

 

MEA

21/03/2017

 

*******************

 

TODOS OS DIAS...

 

 

"Na madrugada ainda escurecida",

Desperta antes que o sol possa ofuscá-la

E mesmo que tirite enfrenta a vida,

Que a mulher pobre, nem o frio a cala.

 

"Tem como companheira a avenida"

Que a leva desde o quarto até à sala;

Passo a passo a percorre decidida

A não falhar um passo e a alcançá-la.

 

"Entre papéis com tanta informação",

Vai-se vergando àquela profusão

De guias e de contas por pagar.

 

"Já em casa as palavras são caladas"

Por cálculo mental. Contas saldadas,

Nada lhe sobra pr`a poder contar...

 

 

 

Maria João Brito de Sousa - 29.03.2017 - 16.34h

 

25
Fev17

GLOSANDO MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE XLII

Maria João Brito de Sousa

Picasso - Mulher Grávida.txt

 

HÁ PALAVRAS QUE BAILAM NOS MEUS DEDOS

 

Há palavras que bailam nos meus dedos

E que zombam de mim, deste cansaço

Fazendo dos meus dedos seus brinquedos

Enquanto eles repousam no regaço

 

Vão juntinhas contando-lhes segredos

Pra que ao ouvi-los sintam embaraço

E plo papel se percam em enredos

Olvidando a fadiga em que me amasso

 

E devagar, em esforço cresce o verso

Ora algo indolente ora algo disperso

Troçando dos meus dedos vagarosos

 

Vai adquirindo forma de poema

Feito com as palavras de algum tema

E os versos, que cresceram rigorosos

 

MEA

24/02/2017

*********

 

O EMBRIÃO

 

 

"Há palavras que bailam nos meus dedos"

Seguindo a pulsação das próprias veias,

Compondo, ou recriando os seus folguedos,

Conforme a mente vai moldando ideias.

 

"Vão juntinhas contando-lhes segredos",

Arrancando e limpando as velhas teias

Que escondem, ou mascaram quantos medos

Possam vergá-las de quebranto, ou peias

 

"E devagar, em esforço, nasce o verso",

Como se em carne houvesse o próprio berço

E em sangue urdisse a própria concepção.

 

"Vai adquirindo forma de poema",

Quando a razão brindar cada fonema

Com todas as razões que há na paixão.

 

 

Maria João Brito de Sousa - 25.02.2017 - 11.44h

 

 

"Mulher Grávida" - Escultura de Pablo Picasso

 

 

16
Fev17

GLOSANDO MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE XL

Maria João Brito de Sousa

água.jpg

 

ÁGUAS

 

Águas da chuva são belos brilhantes

Delicados e frágeis a brilhar

Em gotas transparentes, cintilantes

Numa cama de flores, a sonhar

 

As águas do mar são ondas gigantes

Na imensidão perdida do olhar

Feitas de vento e sal, que estonteantes

No areal se permitem descansar

 

Águas do rio são leito de jovem

Que em seu curso a embalam e se movem

Como se fora berço confortante

 

As águas do granizo, sei que são

Em pérolas os sonhos de paixão

Dum cavaleiro audaz belo e galante

 

 

MEA

9/02/2017



ÁGUAS, TAMBÉM...



"Águas da chuva são belos brilhantes"

São transparentes lágrimas sem choro,

Ou névoas que, não qu`rendo estar distantes,

Se juntam pr`a formar límpido soro.



"Águas do mar são ondas gigantes"

Que vejo junto à costa, se demoro

Os olhos qu`inda as vêem como dantes

Desde o tempo distante em que hoje moro.



"Águas do rio são leito de jovem",

Pois também se evaporam, depois chovem

Pr`a, novamente, ao rio se irem juntando.



"As águas de granizo sei que são",

Não mais que a simples cristalização

Dessa mesma água, assim que for gelando...







Maria João Brito de Sousa -15.02.2017 -20.08h

03
Fev17

CONVERSANDO COM MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE XV

Maria João Brito de Sousa

lago dos cisnes.jpg



PERDI-ME NUM POEMA



 

Perdi-me quando entrei por um poema

Que de versos abertos convidava

A um passeio livre sem problema

Plas sílabas e estrofes que eu sonhava

 

E eram tantas palavras sobre um tema

Tantas quadras dispostas que mostrava…

Que entrando lá fiquei nesse dilema

De nem sequer saber por onde andava

 

Equipei-me dum lápis e papel

E pra que ao meu querer fosse fiel

Nele refiz os versos dos caminhos

 

Perfumei-os com rosas e alecrim

Depois criei-lhe um céu só para mim

E bailei-o ao som de cavaquinhos

 

 

MEA

31/01/2017

 

**************************

 

O BAILADO

 

 

Perco-me mais e mais a cada dia,

Nos versos, rimas, notas musicais,

Eu que, quando perdida, encontro mais

Em termos de abundância e de harmonia

 

E que quanto mais pobre e mais vazia,

Mais rica vou ficando... não notais

Que os versos podem ser paradoxais

Quando engendrando mais que a fantasia?

 

Garantidos os bens essenciais,

Ao ritmo de alguns versos mais leais

O pouco que nos sobre é garantia

 

Do nascimento dos originais

Que nos brotam  de dentro e, se os juntais,

Bailam numa perfeita sintonia.

 

 

 

 

Maria João Brito de Sousa - 01.02.2017 - 14.06h

 

 

01
Fev17

CONVERSANDO COM MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE XIV

Maria João Brito de Sousa

TEMPOS DE SECA.jpg

UM AÇUDE DE ÁGUAS INQUIETAS



Tenho tantas palavras por dizer

E sei nelas tal força pra sair

Que se calcam e falham de nascer

Quando lhes vou dar tempo pra fluir

 

Deste dia nublado a embater

Nas vidraças querendo-me exaurir

Das forças que me restam por não ver

A clara luz do sol que me faz rir

 

E do mar a saudade que me dói

Que aninhada em meu peito me corrói

Assim latente traça esta inquietude

 

Que atropela o que penso e me confunde

E que neste dispor faz que me afunde

Nas águas inquietas deste açude

 

 

MEA

29/01/2017

 

 

TEMPOS DE SECA

 

 

É nos tempos da seca que a planura

Se enche das crostas áridas, gretadas,

Da terra sequiosa, ardente e dura,

Que implora a bênção de águas derramadas.

 

Se às vezes me sei terra, sou perjura

Quando no rio revejo, bem espelhadas,

Aspirações comuns, árdua procura

Da foz... ou das palavras consumadas.

 

Virá, ou não, o tempo de uma enchente?

Pr`á terra, sim, mas nunca sabe, a gente,

Quanto tempo esta sede irá durar

 

E enquanto a seca queima a terra ardente,

Lá vai seguindo o rio, que é sempre em frente

Que alcança a foz aonde abraça o mar...

 

 

 

Maria João Brito de Sousa - 30.01.2017 - 11.15h

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Em livro

DICIONÁRIO DE RIMAS

DICIONÁRIO DE RIMAS

Links

O MEU SEBO LITERÁRIO - Portal CEN

OS MEUS OUTROS BLOGS

SONETÁRIO

OUTROS POETAS

AVSPE

OUTROS POETAS II

AJUDAR O FÁBIO

OUTROS POETAS III

GALERIA DE TELAS

QUINTA DO SOL

COISAS DOCES...

AO SERVIÇO DA PAZ E DA ÉTICA, PELO PLANETA

ANIMAL

PRENDINHAS

EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE POETAS

ESCULTURA

CENTRO PAROQUIAL

NOVA ÁGUIA

CENTRO SOCIAL PAROQUIAL

SABER +

CEM PALAVRAS

TEOLOGIZAR

TEATRO

Arquivo

  1. 2023
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2022
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2021
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2020
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2019
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2018
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2017
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2016
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2015
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2014
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2013
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2012
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2011
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2010
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2009
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D
  196. 2008
  197. J
  198. F
  199. M
  200. A
  201. M
  202. J
  203. J
  204. A
  205. S
  206. O
  207. N
  208. D

FÁBRICA DE HISTÓRIAS

Autores Editora

A AUTORA DESTE BLOG NÃO ACEITA, NEM ACEITARÁ NUNCA, O AO90

AO 90? Não, nem obrigada!