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poetaporkedeusker

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UM BLOG SOBRE SONETO CLÁSSICO

Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) e autora no Portal CEN, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores. ...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
23
Set08

SEM NADA NA MANGA...

Maria João Brito de Sousa

 

Ainda tenho acesso à internet e penso tê-lo garantido durante, pelo menos, mais um mês. Estou muito, muito cansada, o Spirit já anda pela casa toda - hoje de manhã escapou da casa de banho e quase "comeu" o Hope e a Pitinha que andavam a "esticar as asas" pelo chão da marquise - e o vale dos correios com os 181.91€ do RSI adiantou-se milagrosamente alguns dias. Foi-me impossível pagar as facturas em atraso nos correios ou no agente TMN, aqui no Palmeiras. Fui ao Oeiras Parque e depois de mais de uma hora na fila de espera, lá consegui ficar com o assunto arrumado... quer isto dizer que ainda me vão aturar mais uns tempinhos!

(Caramba, estou tão cansada que até hesitei em carregar no ponto de exclamação...)

Vim escrever este post sem fazer a menor ideia do que iria dizer-vos e antes de tentar, sequer, abrir a caixa de correio. 

Pelo meio de toda esta confusão, lá consegui dispensar uns minutos à reformulação das últimas estrofes do 14º soneto, para que a coroa de sonetos pudesse, finalmente, merecer esse título...amanhã - hoje garanto que estou demasiado cansada - tentarei publicar a coroa já completa e só espero não ter cometido mais nenhum destes erros grosseiros e palermas ao longo de toda a coroa.

 

EPÍLOGO

 

Que a folha de papel já perpetrou

Na sua louca e branca ingenuidade;

Uma inocência prenhe da verdade

Que a minha negra pena em si gerou...

 

E eis-me enfim liberta, concluída!

Desta minha tarefa, o que me resta?

Libertar de mim mesma o que não presta

E procurar a terra prometida?

 

O tempo chegará, embora preso,

De me imolar o corpo em fogo aceso,

De transportar-me a essa luz que havia

 

No espaço onde, lá longe, eu me encontrei

E quanta luz do céu já vislumbrei

Eu, por minha vontade, cantaria!

 

Peço-vos desculpa, por este erro que só  merece perdão por ter sido inconsciente. Amanhã tentarei uma revisão mais generalizada. Se vos não conseguir visitar ou responder a todos os vossos comentários, é por puro cansaço. O Spirit, de alguma forma, parece ter feito despertar alguma coisa dentro do meu próprio espiríto. Algumas dúvidas que não passam necessariamente pelo: - Tira isso da cabeça, Maria João! Só podes estar completamente louca!

Amanhã tentarei falar-vos também disso. Hoje nem sequer estou capaz de fazer uma soma "de cabeça"...

  

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