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poetaporkedeusker

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UM BLOG SOBRE SONETO CLÁSSICO

Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) , autora no Portal CEN, e membro da Associação Desenhando Sonhos, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores. ...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
03
Abr09

COM CABEÇA, TRONCO E MEMBROS...

Maria João Brito de Sousa

Cabeça, tronco e membros? Coisa pouca!

De que serve a cabeça se a não usas?

E membros para quê se te recusas

A usá-los agora? Estarás louca?

 

Cabeça, se regula ou não regula,

Quer-se pr`a ser usada em cada dia.

O tronco, se te dá essa ousadia,

Também se perde, às vezes, noutra gula…

 

E membros… só se forem sempre usados,

Se não andarem tontos, descuidados,

Sem saberem, sequer, o que fazer!

 

Cabeça, tronco e membros… quanto baste!

Que o resto, que te sobra, se não gaste

Nas mil coisas que tens para aprender…

 

Há um Óscar à vossa espera no http://premiosemedalhas.blogs.sapo.pt/ . Vão buscá-lo porque o pobrezinho ficou esquecido durante tanto tempo que deve estar convencido que nem Óscar é... 

02
Abr09

O ESCULTOR

Maria João Brito de Sousa

Talhou dias a escopro e a martelo,

(às noites, foi a pulso que as ergueu…)

E foi chegando aonde concebeu

Dar muito mais beleza ao que era belo.

 

Hoje é rico, famoso e já faz parte

Dos nomes que ninguém deve esquecer

(eu nunca o vi, mas sei que o hei-de ver…)

Entre os que tudo deram pela Arte.

 

Não sei porque vos falo de um escultor…

Esculpi algumas frases sem saber,

Sequer, de quem vos falo, ou porque o faço…

 

Decerto sabereis dizer melhor

De quem falo, porque eu só sei escrever

Palavras que só esculpo enquanto as traço.

 

 

 

Maria João Brito de Sousa - 02.04.2009 - 13.02h

 

 

 

 

Imagem retirada da internet

01
Abr09

JANGADA AO MAR DA SALVAÇÃO

Maria João Brito de Sousa

ampulheta.jpg

 

Sei lá se o meu poema prisioneiro

Destes dedos cansados, preguiçosos,

Se rende aos dedos ágeis, pressurosos,

De quem o saiba terminar primeiro?

 

Se, acaso, vos não soa verdadeiro,

Eu confessar-vos ser dos temerosos,

Dos que - às vezes... - se sentem receosos

Por culpa de um cansaço a tempo inteiro,

 

Tentem acreditar, porque confesso

Que já nem sei porque razão vos peço

Um pouco de paciência e contenção…

 

Por dentro do poema é que eu me meço

E, um dia, este poema em que regresso,

Será jangada ao mar-da-salvação…

 

Maria João Brito de Sousa - 01.04.2009

 

Imagem retirada da internet

Pág. 2/2

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