.UM BLOG SOBRE SONETO CLÁSSICO

Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) e autora no Portal CEN, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores. ...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
Domingo, 1 de Maio de 2016

A SOBREVIVÊNCIA DO SONETO NO ACTUAL PÓS MODERNISMO

Palestra..jpg

 

publicado por poetaporkedeusker às 11:40
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11 comentários:
De Rogério Pereira a 1 de Maio de 2016 às 19:35
Sexta-feira 13?
Promete!
e eu prometo
que não falto
De poetaporkedeusker a 1 de Maio de 2016 às 20:37
Eu posso prometer-to, Rogério, mas se estiver tão afónica quanto hoje fiquei, falo, falo e ninguém ouve nada, rsrsrsrs... mas, sim, é mesmo numa sexta-feira 13!

O azar é mesmo estar agora neste triste estado de que terei de recuperar rapidamente, ou ver-me-ei obrigada a "palestrar" sem voz, para além de sem (alguns) dentes...
De poetazarolho a 1 de Maio de 2016 às 23:50
TANTO CRAVO

Tanto cravo descorado,
Tanto cravo que murchou,
Tanto cravo que enfeitou
A lapela do malvado.

Tanto malvado que usou
Tanto cravo encarnado,
Tanto cravo desolado
Com a farpela que adornou.

Tanto néscio disfarçado
Na lapela colocou
Tanto cravo envergonhado,

Tanto cravo amargurado,
Tanto cravo que corou
De ver-se, assim, ultrajado.

Eduardo
De poetaporkedeusker a 1 de Maio de 2016 às 23:59
Estou com febre, falta de ar e embora tenha tomado a aminofilina - SOS - não consigo encontrar a bomba de salbutamol... não coseguiria escrever poema nenhum nestas condições, mas cá voltarei amanhã, amigo Eduardo!
De poetaporkedeusker a 2 de Maio de 2016 às 11:40
Estou sem voz e estou febril,
Nem sei como hei-de fazer
Mas, sendo cravo de Abril,
Sei que, um dia, irei vencer

Pois nem tudo foi tão vil
Que o fizesse esmorecer
Quando levado ao redil
Dos que fazem por nem ver

Que, na luta desigual,
Que este cravo há-de enfrentar,
Tudo pode ser vital

Para a luta equilibrar
E que a vitória final
Sempre se há-de conquistar

Maria João

Aqui vai, amigo Eduardo, com muita dificuldade porque a gripe continua a evoluir e, neste momento, não garanto que não tenha passado a infecção bacteriana. Forte abraço!



De poetazarolho a 2 de Maio de 2016 às 00:07
“Desiguais”

Em busca da simetria
Na assimetria vigente
Posso encontrá-la um dia
Mas isso é-me indiferente

Importante é o caminho
Nesta busca incessante
O resultado eu adivinho
Como pouco interessante

Caminharei sem cessar
Em busca desse ideal
A simetria da razão

Estou certo de encontrar
Uma outra desigual
Assimetria da emoção.
De poetaporkedeusker a 2 de Maio de 2016 às 12:01
Com simetria, ou sem ela,
Terei de seguir em frente
E, se esta mão ma cinzela,
Assim, tão naturalmente,

Porque a considero bela,
Ficarei muito contente
Por ter conseguido aquela
Que se nega a tanta gente...

Racional por natureza,
Descubro, por toda a parte,
As mil formas de beleza

Que há que transformar em arte
E, não procuro a grandeza
Nem aqui, nem mesmo em Marte...

Maria João

Poeta, desculpe esta maluqueira deste sonetilho, mas foi o que me foi saindo no meio deste contexto de febre e dispneia, com uma amiga preocupada a querer falar comigo ao telefone... quando estou afonica e sem fôlego. Mas que saiu, saiu e vou aproveitá-lo porque não sei se logo vou estar capaz de escrever seja o que for. Abraço grande!
De poetazarolho a 3 de Maio de 2016 às 06:44
Chá disponível.
De poetaporkedeusker a 3 de Maio de 2016 às 08:42
Estou mesmo de saída par uma consulta SOS, mas aindavou tentar ir ao chá, Poeta!
De poetazarolho a 3 de Maio de 2016 às 22:25
“Ranieri”

Era um não campeão
Com trajecto invejável
Após muito trambolhão
Permanecia intocável

Este eterno falhado
A caminho do sucesso
Destino tinha traçado
Não existindo retrocesso

A uma equipa desconhecida
Com um historial discreto
Num inferno indescritível

Deu-lhe o sopro de vida
E dum irrealizável projecto
Nasceu a raposa invencível.
De poetazarolho a 3 de Maio de 2016 às 22:39
“Paraísos”

Vasculhar o paraíso
Esse da alta finança
Já não habita juízo
Nos doutores da balança

Finança é fogo que arde
Que queima e pode matar
Não se agigante o covarde
E o poderoso deixe-se estar

Esta maré vai serenar
A troco duma mudança
Todos sabem qual será

Desde logo nada mudar
A troco da enorme esperança
Que o paraíso recompensará.

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