.UM BLOG SOBRE SONETO CLÁSSICO

Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) e autora no Portal CEN, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores. ...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2013

INICIAÇÃO À PINTURA

 

(Em decassílabo quase heróico)




“Pinte-se o céu da cor que te aprouver,
Faça-se luz no traço em movimento,
Cozinhe-se outro mundo, em fogo lento,
E engendre, o coração, quanto puder!

Reinvente, cada homem e mulher,
A génese adequada ao seu intento,
Roubando a tempestade ao próprio vento
E uma centelha à cor que se acender!

Depois… é uma dança, um medir forças
Dos braços que nos correm como corças
Sobre a nudez da tela ou papelão…

E não se pára enquanto o fim não chega!”
Relembro enquanto a força se me nega
E a cor se me desfaz num turbilhão…

 




Maria João Brito de Sousa – 03.12.2012 – 14.46h


Soneto oferecido ao Rogério V Pereira

 

 

 

IMAGEM - "By the Sea", tela de Paul Gauguin

sinto-me :
publicado por poetaporkedeusker às 13:23
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66 comentários:
De jabeiteslp a 4 de Janeiro de 2013 às 14:17

Isto sim que é Poetar
Saberes e sabores ou cores
das palavras
Tal aguarela presente sempre por pintar...


De poetaporkedeusker a 4 de Janeiro de 2013 às 14:29
Mas nem te digo nada, Anjo... ando com umas saudades de pintar... eu, que não sou nada de saudades... mas tenho-as! Nem os poemas - embora sendo tudo imagens - conseguem anular-me essa vontade crescente... mas nem sei como fazer... é que o físico está mesmo fracote e muito lento e a pintura exige uma precisão extrema entre o corpo e o que o cérebro vai "pedindo"... e também é uma actividade - pelo menos no meu caso, sempre foi assim - muito exigente, do ponto de vista do tempo que, agora, vai sendo pouco para a minha lentidão... mas acho que um dia destes... dou descanso ao computador, tento arranjar um pouco a casa - para depois a desarranjar em função da pintura, claro - e tento fazer qualquer coisita num formato mais pequeno e mais adequado à gestualidade de que agora consigo dispor...

Feliz tarde!
De jabeiteslp a 4 de Janeiro de 2013 às 14:40
Aos pouquinhos...

uma feliz tarde Poeta de mil cores
De poetaporkedeusker a 4 de Janeiro de 2013 às 15:03
Feliz tarde, Anjo!
De jabeiteslp a 5 de Janeiro de 2013 às 07:56
só desejar um bom dia
e um bom e feliz fim de semana
De poetaporkedeusker a 5 de Janeiro de 2013 às 14:37
Afianal ainda tenho uns minutos para vir até cá, Anjo. O amigo que me dará boleia para a sua exposição de fotografia, vai um pouco mais tarde.

Feliz tarde!
De jabeiteslp a 5 de Janeiro de 2013 às 20:46
De poetaporkedeusker a 5 de Janeiro de 2013 às 22:55
Cheguei... ma estou cheia de febre e dores de dentes... mas gostei muito!
De jabeiteslp a 6 de Janeiro de 2013 às 11:49

espero que já esjas melhor

feliz domingo
De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2013 às 12:29
Doem-me os dentes, Anjo... o Kico voltou a fazer outro edema pulmonar - a respiração dele esteve dificílima durante toda a noite - mas já o pus a antibiótico e diurético. Agora está mesmo tudo inundado mas a respiração melhorou um pouco... os animais - pelo menos os mamíferos, incluindo os humanos - muito cardíacos, como é o caso do Kico, fazem edemas pulmonares com grande facilidade. Normalmente, quando não morrem do primeiro, morrem do segundo... este "rapaz" colecciona-os e sobrevive a todos! Já deve ter feito uns cinco ou seis...

Feliz dia para ti
De jabeiteslp a 6 de Janeiro de 2013 às 14:00

vale que há uma bela enfermeira ao lado
De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2013 às 15:03
Há décadas que me vão valendo os meses e anos que, desde a minha infância, me faziam largar os bons romances para "devorar", com todo o prazer de quem gosta mesmo de o fazer, as teses de licenciatura e doutoramento dos alunos do meu avô... e, na adolescência, de tudo o que pudesse encontrar sobre medicina... para estes pequenos "rodas baixas", tem-me valido muitíssimo, sobretudo porque me fui dando ao trabalho de ir descobrindo as analogias e diferentes reacções farmacocinéticas nas espécies. Mas dá o seu trabalho, Anjo... a única coisa que parece ter "caído do céu" foi esta apetência congénita para o assunto... pô-la em prática e conhecer-lhe os riscos, complexidades e limites... dá muito trabalho, pede um grande investimento em termos de tempo e, sobretudo, uma visão muito lúcida da Ética. Saber parar e pedir ajuda tem de ser sempre uma das alternativas presentes, para quem socorre outro ser vivo. Não o faço, não o fiz nem nunca o faria inconscientemente...
De jabeiteslp a 6 de Janeiro de 2013 às 15:14

eu sei,e em si a escola da vida...feliz tarde soalheira
De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2013 às 18:30
Essa, a da vida, foi bem dura para mim, Anjo... essa, em determinada altura da minha vida, obrigou-me a um exame daqueles que nos colocam entre a espada e a parede; ser óptima ou deixar morrer. Consegui ser óptima durante alguns anos, poucos... mas consegui.
De jabeiteslp a 6 de Janeiro de 2013 às 22:20

a boa decisão...


De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2013 às 22:32
Mas já lá vão muitos anos... as "durezas", agora, são outras... e hoje parecem apostadas em manifestar-se através de uma dor de dentes daquelas que até fazem vir as lágrimas aos olhos

Noite feliz, Anjo!
De jabeiteslp a 6 de Janeiro de 2013 às 22:35

isso é que é pior...

Tantum e os pezinhos quentes ao deitar...


repousado sono
De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2013 às 23:57
Nem queiras saber... são logo dois dentes, um siso superior direito e um canino no mesmo eixo maxilar... para além das duas raízes que já andavam a doer - suportavelmente - há uns bons tempos... mas estes doem insuportavelmente!

E a inspiração, neste contexto de dor física em altos decibeis... foi-se! Tenho é gigas e gigas de dores...

Feliz noite para ti, Anjo!
De jabeiteslp a 7 de Janeiro de 2013 às 13:11

um bom dia e melhoras também
De poetaporkedeusker a 7 de Janeiro de 2013 às 14:01
Bom dia, também para ti, Anjo!
De jabeiteslp a 7 de Janeiro de 2013 às 17:17

Este frio a mim
põe-me os ossitos a tilintar
assim
com vontade de correr 100 kms sem parar...brinco

uma bela e sossegada noite pra ti

De poetaporkedeusker a 8 de Janeiro de 2013 às 14:54
Eheheh... acredito, Anjo... mas só agora te vejo aqui... esta ligação está de todo e eu, com esta dor de dentes somada às outras, estou a ponto de desistir de publicar...

Feliz tarde para ti
De jabeiteslp a 8 de Janeiro de 2013 às 20:02

Um sorriso bonito
daqui infinito ...pa uma bela noite feliz
De poetaporkedeusker a 8 de Janeiro de 2013 às 21:13
Bela noite para ti, Anjo!
De jabeiteslp a 8 de Janeiro de 2013 às 22:31


este frio
mata-nos aos poucos...
De poetaporkedeusker a 8 de Janeiro de 2013 às 23:05
... neste momento quase estou "quente" de tanto teclar a tentar uns segundos online, Anjo... é bem possível que tenha de desistir das publicações... às vezes pareço ser de ferro, mas não quando estou com dentes a necessitar de arranjo e extracção - vários - e alguém decide bloquear-me intencionalmente...

feliz noite para ti
De jabeiteslp a 9 de Janeiro de 2013 às 12:07

um bom dia MJ...
De poetazarolho a 4 de Janeiro de 2013 às 21:16
Bom plano sim senhora, de facto tenho pena de não a ver dedicada também a essa sua arte, sabe que estarei disponível para ajudar.
De poetaporkedeusker a 5 de Janeiro de 2013 às 11:34
O problema, Poeta, é que a verdadeira expressão plástica, aquela que vale mesmo a pena gastar dias e dias nela, é uma delicada equação entre os materiais usados, aquilo que vai surgindo em forma de ideia a requerer expressão e uma força e agilidade física que já perdi... o Manuel António Pina dizia, e eu nesse ponto concordo plenamente; "Escreva se não puder deixar de o fazer" .... eu, em relação à pintura, talvez não possa deixar de o fazer, mas falta-me um dos factores da delicada equação... não tenho energia, velocidade e agilidade para a pôr em prática. Sei que muito poucos entenderão e estarão em condições de interiorizar o que aqui digo, mas sei muito bem o que estou a dizer e sei o quanto dói ser confrontada com estas limitações...

Hoje conto poder ir à inauguração da exposição de um amigo que trabalha a fotografia artística. Talvez não consiga responder a mais nada porque a ligação continua muito instável...

Um bom fim de semana para vós e um abraço grande!
De ligeirinha a 4 de Janeiro de 2013 às 15:18
Beijos a ti, beijos ao gato no telhado (que delicia de gato...) e desejos de muita saude !
De poetaporkedeusker a 4 de Janeiro de 2013 às 15:22
Ligeirinha! este gato foi "roubado" às imagens do Google... nem eu nem os meus velhotes conseguiríamos uma proeza destas... andar pelas telhas é para os mais jovens, eheheh...

Beijo grande! Vou tentar ir aí...

PS - Digo "tentar" porque a minha ligação nem sei o que parece...
De poetazarolho a 4 de Janeiro de 2013 às 21:13
“Recomeço”

Tempo já não aquece
De tanto ver injustiças
Apenas e só arrefece
Estão mortas as premissas

De um evoluir constante
Falsamente prometido
Por isso e de ora avante
Tudo será esquecido

Em nome da desilusão
Promessas não se farão
Nem farás prova de vida

E novos tempos virão
Para retomar a evolução
Essa que nos é devida.
De poetaporkedeusker a 4 de Janeiro de 2013 às 22:00
Cresce a revolta, por dentro
Destes punhos muito erguidos
No clamor do epicentro
Desse e doutros desmentidos

E sopra a fúria do vento
Que percorre outros sentidos
Sem legar ao esquecimento
Desejos jamais traídos!

Tanta promessa foi feita
Quanto os direitos, roubados,
Se perderam da colheita

E essa mesma evolução
Nunca nos trará cuidados
Se o esforço não for em vão...


Abraço grande, Poeta!




De poetazarolho a 4 de Janeiro de 2013 às 21:19
Ney volta à ponte.
De poetaporkedeusker a 5 de Janeiro de 2013 às 11:36
Ainda vou à Ponte!
De poeta_extase a 5 de Janeiro de 2013 às 01:39
Amiga poetisa o tempo não para(já dizia um poeta nacional). A língua também evolui e, em breve, pelo nosso Acordo Otográfico não mais vamos acentuar o verbo parar. Mais isso é apenas um subterfúgio meu para lhe desejar um venturoso ano novo, repleto de inspiração e amor.
Adílio Belmonte
Belém-Pará-Brasil
De poetaporkedeusker a 5 de Janeiro de 2013 às 11:48
Meu caro amigo, o novo acordo - perfeitamente atroz do ponto de vista estético e escusado nos parâmetros em que se tenta impor - nunca será obedecido por mim. Nunca por nunca ser me tornarei "espetadora" seja do que for e acredite que muitos, mas mesmo muitos, têm a mesmíssima postura em relação a ele. Não tem "pés nem cabeça" e separa abruptamente a língua das suas raízes. Mais depressa deixaria de escrever poesia do que lhe obedeceria, acredite!

Que o seu 2013 seja repleto de saúde, amor e inspiração poética!
De poetazarolho a 5 de Janeiro de 2013 às 07:34
Chá no circo.
De poetaporkedeusker a 5 de Janeiro de 2013 às 12:26
Ahhhh ... deixe ver se ainda consigo ir ao circo...
De poetazarolho a 6 de Janeiro de 2013 às 09:57
Chá vazio.
De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2013 às 12:16
... e eu, Poeta, estou "cheia"... de dores de dentes
De poetazarolho a 6 de Janeiro de 2013 às 19:34
“Sem punição”

Melhores dias virão
E piores com certeza
Muitos enriquecerão
Uns cairão na pobreza

Mas não é deve e haver
O busílis da questão
Estou mesmo em crer
Ser de outra dimensão

Como falta d’inteligência
Para assumir a governação
O que nos está a afundar

E laivos de negligência
Sem qualquer punição
Também estão a ajudar.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2013 às 20:31
Mil cairão na pobreza
Pr`a um só se enriquecer...
Disso, tenho eu a certeza
E espero nunca o esquecer!

Parto deste postulado
E com ele convivo bem
Enquanto um povo enganado
Canta ao PR, em Belém...

Depois... há um comodismo,
Uma inércia, um servilismo,
Que parece não ter fim

Ignorância à descrição
Servida em primeira mão;
E é mais ou menos assim...


Abraço grande, Poeta!

De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2013 às 20:37
Mil cairão na pobreza
Pr`a um só se enriquecer...
Disso, tenho eu a certeza
E espero nunca o esquecer!

Parto deste postulado
E com ele convivo bem
Enquanto um povo enganado
Canta ao PR, em Belém...

Depois... há um comodismo,
Uma inércia, um servilismo,
Que parece não ter fim

Ignorância à descrição
Servida em primeira mão;
E é mais ou menos assim...


Abraço grande, Poeta!

Que raio de ligação tão estúpida, Poeta... não pára 10 segundos...
De poetazarolho a 6 de Janeiro de 2013 às 20:02
Janeiras na ponte.
De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2013 às 20:06
Vou ouvir as Janeiras, Poeta!
De poetazarolho a 7 de Janeiro de 2013 às 07:04
Chá presente.
De poetaporkedeusker a 7 de Janeiro de 2013 às 11:34
E hoje, convinha-me um Chá com anestesia geral, eheheh... as dores de dentes não são nada fáceis de suportar... mas ainda me rio das minhas "invenções"... é um Chá reconfortante, mesmo sem anestesia geral...

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