.UM BLOG SOBRE SONETO CLÁSSICO

Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) e autora no Portal CEN, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores. ...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
Terça-feira, 1 de Novembro de 2011

UM POENTE DIFERENTE, À BEIRA-TEJO - Cavalo desenhado a ferro e fogo

Quis falar do Mondego e, na verdade,

É desta foz do Tejo que vos falo,

E cresce cá por dentro a voz que calo

Pr`a conter mil saudades sem saudade...

 

Solta-se o sonho oblíquo à claridade

E a linha de horizonte é um cavalo

Que não sei se lá está, se imaginá-lo

É mera ilusão de óptica, ou vontade,

 

Pois galopa o poente à beira Tejo

Rumo a estranhas lonjuras que nem vejo

Por estarem tão além do meu futuro

 

Que, do que vi, me sobra o claro espanto

De um cavalo-solar que aqui levanto

Rasgando, a ferro e fogo, um céu já escuro...

 

 

 

 

Maria João Brito de Sousa – 01.11.2011 – 16.00h

sinto-me :
publicado por poetaporkedeusker às 17:20
link do post | "poete" também! | favorito
|
87 comentários:
De a 1 de Novembro de 2011 às 20:37
Olá Jo,
Perfeito como são sempre todos os seus sonetos.
Bjx
De poetaporkedeusker a 1 de Novembro de 2011 às 23:11
Olá, Fá! Obrigada! :D
Já cá vim responder e escrevi, escrevi... mas a net está doidinha e fiquei, de repente, sem acesso... o comentário desapareceu! E agora acho que falhou de novo... ai, beijinho!
De poetazarolho a 1 de Novembro de 2011 às 23:07
“Sobrevivente”

A Europa em emergência
Papandreou não manda aqui
Há planos de contingência
Feitos por Merkel e Sarkozy

Mas levaram um nó cego
Dos pais da democracia
Deram voz ao povo grego
Disse que ajuda não queria

Os mercados em alvoroço
Deram a sentença de morte
A esta Europa decadente

Eram sete cães a um osso
Imperou a lei do mais forte
Só houve um sobrevivente.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 1 de Novembro de 2011 às 23:12
Já cá volto, Poeta! Acabo de ficar sem acesso ao rádio e tenho de tentar refazer a ligação... abraço gde!
De poetaporkedeusker a 2 de Novembro de 2011 às 00:34
Dentro do pouco que sei
A senhora OCDE
Faz impor a sua lei
Sem nos deixar outra fé...

De Merkel e Sarkozy
Penso o pior dos piores
E já nem descrevo aqui
Quão mal penso dos senhores...

Dos mercados estou tão cheia,
Tão fartinha e tão cansada
Que os promovi a "chiqueiros"

Só isso veio à ideia
Que está mesmo saturada
De ouvir falar em dinheiros...

Já está, Poeta! Ainda não consegui fazer a "mudança" dos sonetilhos porque a net está instável e eu ainda mais doente do que o costume. E o Poeta? Está melhor?
Abraço grande!
De poetazarolho a 1 de Novembro de 2011 às 23:14
“Vem lá o passado”

É a espantosa realidade
Somos sete mil milhões
É tão grande a necessidade
E são imensas as ilusões

Neste mundo globalizado
Onde todos queriam crescer
Mas nenhum passo foi dado
Pr’o crescimento acontecer

Agora que a bolha estoirou
Vamos começar a decrescer
O equilíbrio vai-se alcançar

Esta instabilidade inspirou
Aqueles que faziam prever
O futuro ao passado chegar.
De poetaporkedeusker a 2 de Novembro de 2011 às 00:06
O passado sempre esteve
Escrito em cada um de nós,
Naquilo que se percebe
Vir dos longínquos avós

Mas há pontos de clivagem
Em cada forma de vida...
Ecos, rastos de uma imagem
Sempre mal compreendida...

A vida acontece sempre
Com passos dados, sem eles,
Ou rastejando a seu modo

Ninguém confirma - ou desmente... -
Teorizações daqueles
A quem eu tanto incomodo...

Vou tentar publicar, Poeta. Perdi a ligação à Rádio Horizontes e, aqui, não sei como ela está a funcionar... até já!


De PaperLife a 2 de Novembro de 2011 às 10:22
Perfeito Maria! :)
Não sei se é por eu andar um pouco ausente da blogosfera, ou se por outro motivo, mas já tinha saudades de ler o teus sonetos ^^
De poetaporkedeusker a 2 de Novembro de 2011 às 14:36
Olá, Paper! :D Obrigada por teres saudades dos meus sonetos! É um elogio daqueles!!! Estou em casa, cheia de febre e com um agravamento do síndrome que tenho, mas tentei ir ao CJ porque aqui a net leva-me 2 horas de tentativas desesperadas por cada 2 ou 3 minutos de acesso efectivo... mas o CJ está mesmo sem net e eu tive de voltar.
Caramba! Deram-me tantos medicamentos para acrescentar aos que já tomava que acho que estou com uma indigestão de comprimidos!
Vou visitar-te! Bjo!
De PaperLife a 2 de Novembro de 2011 às 15:02
Desejo-te as sinceras melhoras Maria. Agora tens de repousar, pelo menos até te sentires um pouco melhor, se não contrato alguém para te puxar as orelhas :P
E não tens de pedir desculpa, eu gosto de falar contigo e gosto dos teus "testamentos" :)
De poetaporkedeusker a 2 de Novembro de 2011 às 19:51
Caramba, é muito triste comentar e nunca saber se o comment vai ficar ou desaparecer num faniquito da net...
Obrigada, Paper! :)) Não mandes ninguém puxar-me as orelhas que eu porto-me o menos mal que posso :))
Mas tenho mesmo de andar desde que acordo... imagina só o que seria acordar com a casa "decorada" por todo o tipo de dejectos e vomitanços felinos e caninos e não mexer um dedo... não dá! Este pessoal está velhinho e já não tem a contenção dos bons velhos tempos. Logo de manhã vou com o Kico para a rua - com o saquinho de plástico no bolso, claro - , não em combinação, porque não tenho disso, mas de pijama e com um casacão por cima. Baixa, pega, força! Isto é ele a subir as escadas ao meu colo... e custa-me, caramba! Normalmente faço a "festa" duas ou três vezes antes de sair de casa, quando consigo sair de manhã. Ultimamente nem o tenho conseguido porque a situação está menos brilhante do ponto de vista físico e eu só acabo de limpar tudo à hora do almoço... quando consigo limpar tudo :))
Ai, que testamento! Desta é que foi mesmo! Mas espero melhorar um pouco... ou não, sei lá! Quando me ponho a descrever as coisinhas do dia a dia, faço sempre testamentos e acabo por não dizer quase nada...
Abraço grande!
De PaperLife a 3 de Novembro de 2011 às 13:29
Sendo assim percebo o porquê de teres de andar mal acordes, mas tens de tentar não fazer grandes esforços, pelo menos por agora que estás doente :)
Se precisares de alguma coisa, conta comigo ^^
Ahah, foi um testamento grande, mas eu gosto disso :P
De poetaporkedeusker a 3 de Novembro de 2011 às 14:29
Olá, Paper! Ontem foi um massacre no acesso à net... meia hora, ou mais, a lutar por um acessozinho, para ele, logo a seguir, se esfumar! Para o Face ainda deu para partilhar uma coisa ou outra mas desisti de vir aos blogs e ficar, sistematicamente, sem as respostas...
Hoje estou com mais febre. Já deveria estar a fazer efeito, o bendito antibiótico, mas parece que só me dá dores de barriga... enfim, não dá resultado hoje, há-de dar amanhã! :)
Abraço grande!
De PaperLife a 3 de Novembro de 2011 às 14:45
Então tens de descansar mesmo :/
Vais ver que isso não tarda nada passa :) (se continuar a não fazer efeito, é reclamar com o médico ;P )
De poetaporkedeusker a 3 de Novembro de 2011 às 16:00
:) Ele não tem culpa nenhuma! Já mais do que uma vez tomei amoxicilina com ácido clavulânico sem ter estas indisposições todas... desta vez é que me deu para isto!
Mas eu, aqui, não me estou a sentir muito cansada... esta cadeirinha do CJ é muito mais confortável do que o meu banco de "sumapau" :)) e o único problema é que ainda estou mais lenta do que o costume...
Bjo!
De poetazarolho a 2 de Novembro de 2011 às 19:46
“The end”

Grécia com um fim trágico
Diz a Moody’s com razão
Em Holywood seria mágico
Mas em Atenas é que não

Tragédia sabe-se de antemão
Tem o seu herói a condizer
Expressa-se com erudição
Seu fim não é preciso prever

Às mãos dos bárbaros cairá
Após uma luta sanguinária
Tal desfecho já se antevia

Algo de novo daqui nascerá
Após esta ditadura monetária
Será talvez uma democracia.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 2 de Novembro de 2011 às 20:04
The end, mesmo, por hoje, Poeta! Desisto! Sou e sempre fui muito persistente mas, quando a persistência se não traduz em utilidade ou gratificação, passa a ser burrice... estar mais de uma hora a tentar publicar um simples comment e vê-lo fugir antes de conseguir fazer o copy, está a transformar-me numa mártir do computador! O CJ também está sem net há três dias e eu fiz tantas diligências sem qualquer fruto que acho melhor sair enquanto conservo alguma auto-estima :))
Mas eu volto logo ou amanhã! Espero eu, se não me tiver dado nenhum "badagaio"...
Abraço grande!
De poetaporkedeusker a 3 de Novembro de 2011 às 14:44
Desassossego constante
Provoca esta indecisão
E alguém, a qualquer instante,
Vai tentar "deitar-lhe a mão"

Povo grego, povo grego,
Não te deixes iludir!
Se eu a direita renego,
Quer-te ela, a ti, atingir!

Se, Grécia - todos sabemos -,
Berço da democracia,
Mãe da civilização,

Com seu povo ficaremos
Nesta instável sintonia
Da "bomba" que traz na mão!


Olá, Poeta! Desculpe mas só agora consegui o acesso no CJ. Continuo com febre e muito desassossegada em relação a este preciso momento histórico.
De poetazarolho a 2 de Novembro de 2011 às 19:51
“Κάννες 2011”

É hoje em Cannes o evento
Não será festival de cinema
Europa faz um pé-de-vento
Gregos montaram o esquema

À força da finança vergar
Quem a democracia inventou
Era esquema a implementar
Mas então o que mudou?

Foi um grego refinado
Com gerações de sabedoria
A situação inverteu de novo

Ao ver-se assim encurralado
Desceu à base da democracia
Quem manda agora é o povo.
De poetaporkedeusker a 3 de Novembro de 2011 às 15:04
Ah, Poeta, quem me dera
Que, com tal simplicidade,
Ficasse "arrumada" a "fera"
E o povo em liberdade...

Muito sangue, ou muita tinta,
Fará ainda correr,
Sem que ninguém me desminta,
Esta história do Poder...

De momento pouco sei...
Não podendo ouvir, nem ler,
Nem sequer me actualizei,

Mas vou fazer por saber
E, se acaso me enganei,
Viva o povo e o seu querer!


Até já, Poeta. Estou mesmo muito pouco informada e as poucas pessoas com quem estive hoje, nem sequer falam deste assunto... às vezes o silêncio é eloquentíssimo, mas não quando eu estou com febre porque atribuo ao estado febril as interpretações e ilações que dele possa tirar...
De poetazarolho a 2 de Novembro de 2011 às 19:53
Caro Pedro

Recebi o sonetilho da poetisa e envio-te O MAR QUE TEMOS

O MAR QUE TEMOS

Já não há mais gigantes desgrenhados
Querendo amedrontar navegadores.
Pr´a gáudio dos infantes deslumbrados,
Há rosas para além dos Bojadores.

Agora só há cabos desvendados
Gaivotas livres num mar sem temores
Todos os medos foram afastados
Não há bramidos e tampouco horrores

Assim foi, até que os adamastores,
Com enredo de trama bem urdida
Vociferavam alto seus rancores,

Jurando a Neptuno a vil traição:
«-Pr´a ser assim… antes um mar sem vida
E decretaram a poluição!..»

Eduardo
De poetaporkedeusker a 3 de Novembro de 2011 às 15:28
Olá, meu amigo Eduardo!


Vai levar muito tempo e ser difícil
O resgate das águas planetárias...
Rápido, acutilante como um míssil
Foi destruir o mar de formas várias...

Talvez o Adamastor tenha lá estado,
Talvez, com esses urros, preparasse
No luso navegante, o eterno fado
Das lágrimas vindouras que chorasse...

Talvez da Terra brote um novo choro
Comovido- quem sabe? - e mais profundo
Que a cupidez dos homens sem decoro

E suba esta maré pl`o Tejo adentro
Porque, hoje, é nele que recomeça um mundo
Tão puro quanto a flor do aloendro!

Pronto, meu amigo Eduardo. Faltar-lhe-á alguma musicalidade mas foi o que nasceu nesta situação febril em que me encontro.
Abraço para si e esposa!

De M.Luísa Adães a 3 de Novembro de 2011 às 15:05
Lindo como sempre! Tenho três cavalos pretos a cavalgar na neve da Russia...

E só vim saber de ti. Ainda bem que te encontro.

Um beijo, Mª. L.
De poetaporkedeusker a 3 de Novembro de 2011 às 15:37
Olá, Maria Luísa! Já vi os três cavalos pretos e a tua pequena dissertação!
Vou muitas vezes ao teu blog mas levo sempre um poema "pendurado" na ponta do cursor e acabo por não deixar lá mais nada senão esse sonetilho... e mesmo assim, com a instabilidade que tem havido nos acessos, penso que falta um... ou dois?
Como estás tu?
Claro que esta minha imaginação nunca pára - nem com a febre :)) - e associei logo os três cavalos a nós, os três Poetas "anti-troika"...
Umgrande abraço para ti e a continuação das tuas melhoras!
De poetazarolho a 3 de Novembro de 2011 às 22:41
DEMO CRATIA

Quando manda o Povo, é a demo «crácia»
E s´ele não manda, é ditadura
Todas estas tretas são uma falácia
Que o mando do povo é a urdidura,

Pelo capital tecida com audácia
Logo sugerida com grande brandura
Depois, a seguir, já com eficácia
Ou p´la lei da força, sempre obscura.

E sob disfarce que é eleitoral
Vai-se infiltrando minoria néscia
Muito bem estribada no vil metal…

E não penses tu que é só em Portugal
Já acontecia na antiga Grécia,
Que esta torpe lei é universal

Eduardo
De poetaporkedeusker a 3 de Novembro de 2011 às 23:42
Acontecia até antes
Da antiga Grécia nascer!
Medram, na Terra, habitantes,
Louquinhos pelo poder...

Quem disse que eu não sabia
Ou mesmo que o duvidava?
Quem pensou que eu me escondia
Naquilo que aqui mostrava?

Insidioso, matreiro,
Há-de-se ir insinuando
Sempre bem dissimulado

O poderoso dinheiro...
[só não te digo até quando
porque é esse o teu cuidado...]

Desculpe-me esta segunda pessoa do singular mas estou em grandes dificuldades em manter a ligação e nem sequer estou segura de conseguir deixar este sonetilho apressado...
Abraço para si e esposa, amigo Eduardo.


De poetazarolho a 3 de Novembro de 2011 às 23:13
“Ajustar”

O Passos quer ajustar
O programa financeiro
Mas nem está a falar
Em pedir mais dinheiro

Só têm que flexibilizar
A respectiva execução
Que a malta pode pagar
Logo explica a condição

Massa chega pr’ó estado
Não dá é pr’á economia
É pena não vamos crescer

Não será do nosso agrado
Mas não se faz tudo num dia
E o monstro não pode morrer.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 4 de Novembro de 2011 às 14:19
Poeta, ainda consegui deixar aquele último sonetilho mas, a partir daí, a net ficou mesmo bloqueada para o meu computador. Nem a ligação se fazia porque me aparecia logo um aviso a comunicar que o computador estava sem acesso online. Vou tentar responder-lhe agora mas não deve ser nada de jeito porque não me sinto nada melhor... pelo contrário, as dores de cabeça triplicaram e estou a dormir em pé :)) Mas, vamos a isto! Em tempo de guerra não se limpam armas :))

O Monstro tem de morrer
E já está a agonizar
Mas, como podemos ver,
Tenta ainda conspurcar,

Lança os seus últimos jactos
De um veneno retardado
Mas nós passamos aos actos
E o Monstro está condenado!

Na verdade, entusiasmada,
Com mais olhos que barriga,
Sei que estou a adiantar-me

E a batalha a ser travada
É bem mais que simples briga...
[o melhor é desculpar-me...]


Cá vai, Poeta, sem nenhuma inspiração mas sentindo cada palavra aqui escrita e reconhecendo que, muitas vezes, mesmo doente, quero dar passos mais longos do que as minhas pernas...
Abraço e até já!

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