.UM BLOG SOBRE SONETO CLÁSSICO

Da autoria de Maria João Brito de Sousa, sócia nº 88 da Associação Portuguesa de Poetas, Membro Efectivo da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores - AVSPE -, Membro da Academia Virtual de Letras (AVL) e autora no Portal CEN, escrito num portátil gentilmente oferecido pelos seus leitores. ...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem.
Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

UM POST SÓ PARA OS QUE ENTENDEREM MUITO, MUITO BEM O QUE EU QUERO DIZER COM ISTO. SEI QUE OS HÁ...

 

QUE TENHAM UM FELIZ NATAL E QUE O MENINO JESUS VOS POSSA ENCHER O SAPATINHO DE... DISCERNIMENTO!

 

 

Não pensem que vos desejo pouco. Não queiram ser como a senhora do conto de Baudelaire que ficou muito triste e se sentiu prejudicada quando a Fada Madrinha ofereceu à sua filha o dom de “agradar”…

O discernimento é importante. Tão importante que, sem ele, o próprio amor – falo do amor oblativo, do que promove e se concretiza na gratificação de DAR – não faria grande sentido e vós correríeis o risco de “Dar” aquilo que menos útil, ou mais prejudicial, pudesse ser a alguém, completamente alheios ao velho ditado; “de boas intenções está o inferno cheio”. Não que eu acredite muito nessa coisa do inferno, com caldeirões e tudo… nesse aspecto sou muito Kantiana e acredito que o que conta são mesmo as boas intenções… mas só para a consciência de quem as pratica, claro, porque o pobre “alvo” da tal “boa intenção”, esse, estará completa e irreversivelmente “lixado”. Por isso e porque estando, neste momento, mais exausta e“lixada” do que nunca, me sinto no dever de contribuir, nem que seja apenas através deste meu desejo de Natal, para que alguns de vós ganhem muito, muito DISCERNIMENTO e para que se possam evitar novas vitimizações deste “lixamento” nos natais que estão por vir…

Sou Poeta. Poeta porque eu quero, claro está, mas acima de tudo porque – não duvidem! Que a vossa hipotética ignorância poética vos não impeça de Ver! – nasci com esse dom. Nasci com outros, também, porque desde muito pequenina e antes que alguém pudesse transmitir-me quaisquer conhecimentos ou técnicas, já desenhava como muitos adultos o não conseguem, nem conseguirão nunca fazer… mas essas são outras águas e, agora, o que me interessa é este dom, esta competência congénita para a Poesia que me levou a adoptar este nick de Poeta porque Deus quer.


Post scriptum – Não, não há espaço para a cama, para a roupa,para os sonhos, para a árvore de Natal… não há espaço para coisa nenhuma e, muito menos, espaço para produzir sonetos de qualidade. Sem qualidade não me interessa escrevê-los. A alma não mos pede e a mente rejeita-mos com repulsa. Acreditem que não existe nada pior para um artista do que sentir repulsa em relação ao pouco – quase nada… - que o conduzem a poder fazer.*

Não há uma linguagem comum, não há uma cultura partilhada, não há objectivos por que lutar – nem as formas de alcançar o que poderia ser um objectivo seriam minimamente semelhantes - porque, como para a esmagadora maioria, o estatuto óptimo será ter boas roupas, jóias, dinheiro com fartura, um bom carro e uma banheira de hidromassagem.

Apesar de tudo foi muito cansativo mas gratificante ter contribuído para o desenvolvimento espacio-conceptual de uma criança. Foi só.



*A dignidade pode ser a única coisa que justifica uma desistência de vida. Lembram-se dos cristãos de Masada?

 

 

NOTA - A quem não entender mesmo nada - também os haverá, decerto - peço mil desculpas. Este post é "explosivo" e fruto de uma noite em branco. Não, não é um problema de insónia. Há muitos anos que não tenho insónias! É um problema "problema mesmo"... ou centenas de outros problemas que podem nem ser meus, mas passaram a dizer-me respeito. Fica, para todos, o desejo de um FELIZ NATAL!

sinto-me :
publicado por poetaporkedeusker às 10:29
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27 comentários:
De a 7 de Dezembro de 2010 às 11:20
Ai ai minha amiga. Não gosto nada, nadinha de a ver assim.
Beijinhos
P.S. ainda é muito cedo para votos natalícios, ou sou só eu que acho?
De poetaporkedeusker a 7 de Dezembro de 2010 às 11:34
Olá, Fá! Olhe que até eu tenho algum receiozinho de mim mesma... não estou nada "mansa", não e, o que ainda é pior, estou muitíssimo consciente de tudo quanto se está a passar, de tudo o que se pode vir a passar a partir de agora e de outras coisas que poderão, ou não, vir a acontecer... mas estou no ponto de ruptura entre a extrema lucidez e a revolta... e não é só por mim.
Se é muito cedo para os votos? Se calhar até é, mas foi o que me saiu... e a parte de mim que "segura as pontas" deseja, mesmo, um Feliz Natal a toda a gente!
Mesmo àqueles que não primam pelo discernimento... o pior é a parte que está a sentir que foi "lixada"... essa é mais brutinha e o que me vale é que só vem ao de cima de vez em quando. Mas ambas são muito sinceras! Sempre!
Beijinho, Fá!
De a 7 de Dezembro de 2010 às 11:54
Jo, sei que tem discernimento suficiente e que para ter "explodido" dessa forma algo de grave se passa. Desejo, sinceramente, que tudo corra pelo melhor. Por si e pelos outros.
Desculpará a minha intromissão, mas a minha amiga sabe que não tem condições de saúde para travar batalhas que não são suas.
Beijinhos
Agradeço e retribuo os votos.
De poetaporkedeusker a 7 de Dezembro de 2010 às 12:13
O pior é que são quase minhas, Fá... estão ainda tão próximas... e eu vejo tão bem as forças e fraquezas que estão do outro lado... isto é complicado. Eu hoje deveria ter ido ao hospital e acabei por não poder ir mas, um dia, ainda havemos de conversar pessoalmente sobre o assunto, se puder e quiser. Há situações muitíssimo difíceis sob tantos, tantos aspectos...
Beijinho e abraço muito grande para os dois felizardos e para a Bó Fá! :)
De a 7 de Dezembro de 2010 às 12:46
Claro. Está na hora de irmos ao "Moinho".
Ligo-lhe breve para combinarmos.
Tente ficar bem.
Beijinhos
De poetaporkedeusker a 7 de Dezembro de 2010 às 15:05
Prometo tentar! :)
Abraço!
De ligeirinha a 7 de Dezembro de 2010 às 12:41
Querida poeta.....só queria estar contigo.....de mãos dadas a conversar....atirar com as mágoas pró diabo e ficarmos, só as duas , com um chazinho quente e umas bolachas a pensar na nossa tão complicada vida, sobretudo da tua , pois tens tido uma vida madrasta , é verdade! Sem saúde e a lutar pelo impossível ..quero-te dar mimo sobretudo pois é a única coisa que nos amansa....e conta comigo ,SEMPRE!!!!! Quero lá saber do Natal!
De poetaporkedeusker a 7 de Dezembro de 2010 às 14:24
Pronto, minha Ligeirinha! A minha vida tem sido pontuada por longos episódios muito difíceis. Quantas vezes pensei que não conseguiria ultrapassar mais um ... e lá fui conseguindo. Às vezes meia "coxa", mas ultrapassei sempre. A tua também não anda grande coisa... vai um sorriso? Acho que descobri que essa coisa da esperança não se aplica muito a mim... parece-me que, em mim, o último a desistir é mesmo o Humor... estou com uma cara de má que deve meter medo ao susto, mas a verdade é que ainda me ri com uma gracinha de um dos netos da Bó Fá...
Um grande abraço desta poeta com "cara de malvada"...
De Maria Helena a 7 de Dezembro de 2010 às 12:49
Olá!
Para mim o discernimento é um dos maiores dons que podemos desejar e ambicionar!
Beijinhos!
De poetaporkedeusker a 7 de Dezembro de 2010 às 14:30
Obrigada, Maria Helena! :) Eu acredito que sim, mas também sei que não é uma das qualidades que mais abundem entre os humanos. Não desejo nada de menos bom a ninguém. Posso ter escrito este post muito zangada, mas que fique bem claro que não desejaria nada que não fosse útil a todos... e vocês já se devem ter habituado a estes meus posts "zangados" :) Costumam ir para o Contra-Sensual, mas este teve honras de blog principal... :)
Abraço grande!
De Isabel Maia Jácome a 7 de Dezembro de 2010 às 17:57
Posso não entender muito, muito bem o que qyer dizer com as suas palavras neste post, ou até nem entender mesmo nada ou seqyer ter o discernimento necessário para o poder entender... mas SINTO... e sinto muita coisa enquanto a leio e a SINTO cada vez mais e por tudo o que possa ter dito, ainda mais poeta!... e seja o que for, Maria João, estou consigo, de coração!
FORÇA!
Um abraço Amigo
Sempre,
isabel
De poetaporkedeusker a 9 de Dezembro de 2010 às 13:51
Muito obrigada, Isabel. Neste momento até me apetecia retirar o post que, como é evidente, está a estragar a linha de continuidade do blog e nada - quase nada - tem a ver com o soneto clássico... não o faço porque retirar coisas que só foram ditas porque profundamente sentidas, não faz parte de mim. Peço desculpa. Isto é demasiado pessoal, demasiado... demasiado tudo! Mas, naquele momento, tinha mesmo de ser escrito. Hoje já o não seria capaz de escrever e muito menos de o publicar, mas naquele momento, fazia todo o sentido... hoje quase não consigo mexer-me e levei horas para tomar o duche da manhã. Ainda estou imensamente triste, exausta e fisicamente boa para o caixote do lixo :) mas ontem ainda consegui um soneto, um poema em redondilha maior e um poema sem rima. O soneto, sobretudo esse, é magoado e pode parecer estranho, mas foi o que me veio à mente ou à alma e eu respeito muito esse processo quase alquímico que costumamos chamar de inspiração.
Um abraço muito grande!
De Isabel Maia Jácome a 9 de Dezembro de 2010 às 15:07
Minha querida Mª João
Ainda bem que disse o que queria e podia dizer...
...há momentos também em que a força física não ajuda em nada o muito que na alma sentimos vontade de fazer. Sei bem o que custa em determinadas alturas fazer até a higiene pessoal... mas por dentro somos os mesmos e temos a mesma vontade de lutar, por nós, por aqules que não tendo o mesmo tipo de voz podem ficar esquecidos, doendo-nos ainda mais esse tipo de esquecimento... que nos revolta! Uma sâ revolta de quem se preocupa e está atento.
Continue Poeta... continue...
...mas agora um mimo especial para que melhore depressa dessas dores que a atormentam e em nada ajudam a ultrapassar essa tristeza que se instala... e fica... e fica... e dói fundo.
Por favor querida Poeta, querida Mª João, sei que tem força! Força, muita Força!
Quem me dera conseguir ajudá-la um pouco...
Um abraço, cuidadoso, carinhoso e amigo...
do coração,
Isabel
De poetaporkedeusker a 9 de Dezembro de 2010 às 15:37
Um enorme abraço também para si, Isabel! Um abraço reconhecido por saber que trabalha duplamente na vida real e neste mundo de imagens que tantas vezes nos pode dar voz!
Obrigada!
De artesaoocioso a 7 de Dezembro de 2010 às 18:05
Cara amiga,
Fiquei muito preocupado com a sua legitima explosão ».
Há momentos na vida em que apetece mandar tudo ao ar e não vemos ninguém que nos ajude.
A minha vida foi tudo menos um «mar de rosas» em muitos aspectos , mas tenho perfeita consciência que tem passado por muito sofrimento.
O discernimento é para ocasiões mais calmas.
O que mais lamento é não poder ajudá-la para alem de lhe dizer que admiro muito a sua poesia e os seus desenhos.
Que o seu Natal tenha algum conforto.
Um grande abraço.
De poetaporkedeusker a 9 de Dezembro de 2010 às 13:56
Muito obrigada, meu amigo. Ocorreu-me agora que, muito provavelmente, estes "desabafos" são um dos poucos luxos que os poetas podem ter. Peço desculpa se o perturbei um pouco. Não tenho por hábito andar a "espernear" por tudo e por nada e, quando este texto "nasceu" eu estava muitíssimo perturbada e com muitíssimas razões para o estar. Hoje estou só triste.
Um grande abraço.
De M.Luísa Adães a 7 de Dezembro de 2010 às 19:05
Lembro-me dos cristãos de Masada.
Lembro mesmo!

Onde ficou a coragem que vai amparar os momentos menos bons? Onde ficou?...

Diz-me da razão do antecipar o Natal, a nível terreno.
Porque te zangas hoje desta forma?

Foi muito difícil chegar de São Paulo a Lisboa,
com um pc emprestado por momentos.

Todos sabemos que és poeta e sabes pintar...
Mas isso significa, muitas vezes, aquilo que eu comento tantas vezes:
Ser poeta
É ser esquecido
incompreendido
mal amado.

Ser poeta, é aturar quem nada percebe da sensibilidade da poesia. E tu sabes, ou nào
sabes?...

Aceitemos e continuemos!
Quem te fez mal? E tu deixaste? Perdeste a
paciência para a verdade?'
Pertencemos ao século da imagem e não da
literatura. Nào sabias?

Que se passa com a saúde e os bichanos?

A escrever, escreve para o google, pois não
tenho acesso a emails. Não trouxe pc.

Estou em São Paulo:

"Tão grande o mundo
E países tão distantes..."

Quero saber de ti e da razão que te leva a escrever assim...

Pondera, calma e escreve na minha "Turba"

Beijos e melhoras

Maria Luísa
De M.Luísa Adães a 8 de Dezembro de 2010 às 13:57
Maria João

Que se passa? Falta algum tempo para o Natal
mas Natal não deveria ser todos os dias do ano?
Porquê essa tua falta de paciência?
A vida é dificil, eu sei!...
A falta de saúde é muito má para o moral se
levantar.
Me preocupo contigo, mas estou muito, muito longe e nada posso fazer!

Não tomei o lugar dos indiferentes...
Mas até parece que tomei e não é verdade!

Que te fizeram?

Com ternura (sei que não chega) mas nada posso fazer - apenas dizer -sou tua amiga-
muito!

Estou no Brasil, tu sabes e não volto cedo a
Portugal...

Espero resposta tua, mas não tenho acesso a email.
Para responder, vais ao google, por favor!

Um beijo,

Maria Luísa
De poetaporkedeusker a 9 de Dezembro de 2010 às 14:12
Obrigada, Maria Luisa. Tens razão... eu sei isso tudo sobre a eterna incompreensão sobre os poetas vivos e estou muitíssimo habituada e preparada para lidar com ela. Este é o século da imagem e eu sei-o tão bem que nem tu podes imaginar, mas o que é a poesia senão isso mesmo? O que são as metáforas e as metonímias senão senão imagens? A poesia é eterna, amiga. Nasceu com a humanidade e morrerá com ela, não há forma de contornar esta evidência!
Estou habituada a aguentar tudo e mais alguma coisa, a tirar o máximo partido dos bons momentos e das coisinhas mais ínfimas que possas imaginar, mas não posso submeter terceiros a esta miséria em que realmente vivo e esperar que eles o aceitem de braços abertos. Amiga, há assuntos de que nunca falarei online porque me não dizem respeito só a mim. Nem sequer por email. Respeito muitíssimo a dignidade e a privacidade de cada indivíduo e jamais as poderia violar dessa forma. Acredita que, quando escrevi este texto, ele fazia todo o sentido. Nunca o escreveria por capricho ou por mero descontrole emocional. Hoje só sobraram o cansaço e a tristeza, mas farei os possíveis por ir visitar a tua "Turba".
Também vou publicar um texto de uma amiga no prémios e medalhas. É uma amiga do Brasil por quem sempre senti uma ternura e uma admiração fora do comum. Depois verás.
Abraço grande!
De linhaseletras a 8 de Dezembro de 2010 às 00:00
Olá Maria João, fiquei preocupada ao ler este seu desabafo, mas seja o que for que lhe tenha acontecido espero que se resolva depressa e a minha amiga fique mais calma.
Um feriado o melhor possível e que esteja melhor desta sua crise que parece ser muito grave.
Um grande abraço.

De poetaporkedeusker a 9 de Dezembro de 2010 às 14:17
Muito obrigada, Idalina. O feriado passou e hoje só sobraram muita tristeza, muito cansaço e uma sensação de impotência que não é fácil de "digerir"...
Mas vou publicar o que me nasceu e, ainda, falar um pouco, no prémios e medalhas, de uma amiga brasileira que tem o condão de ser uma das pessoas mais doces que conheci em toda a minha vida.
Um enorme abraço!
De Peter a 8 de Dezembro de 2010 às 00:42
Não duvido das certezas nem do texto, mas a poesia é uma necessidade e uma libertação. Estou tão certo que ela virá como certo do sol que há-de nascer amanhã. Em silêncio, deixo um bacio.
De poetaporkedeusker a 9 de Dezembro de 2010 às 14:18
:) E veio mesmo, Peter. Veio estranha e magoada como um grito rouco, mas veio!
Bacio!
De ligeirinha a 8 de Dezembro de 2010 às 10:54


Sugiro o seguinte: podemos ajudar a poeta para a sua ceia de Natal ? Cada um que pense e me diga inesbguimaraes@netcabo.pt
De Vítor a 8 de Dezembro de 2010 às 22:13
Entendi na perfeição...mas poeta Maria João,pode não ter tudo,pouco,ou quase nada,mas tem o que muito poucos se podem orgulhar de possuir:Uma riqueza interior enorme,com um bondoso coração do tamanho do mundo...e por paradoxo que pareça fiquei feliz com esse grito de revolta,pois só os ricos de espirito o fazem,na justa medida que têm a perfeita noção porque o fazem!
...Obviamente que até lá mais vezes falaremos,mas desde já um feliz natal,e um óptimo ano novo,que certamente lhe trará um bem melhor do que finda.

Um beijinho de muita amizade.
De poetaporkedeusker a 9 de Dezembro de 2010 às 14:33
Muito obrigada, meu amigo Vitor! Por muito estranho que este grito possa parecer, acredite que, se o dei, foi porque ele me foi tão necessário quanto o ar que respiro. Hoje não conseguiria gritar assim e já não faria muito sentido. Estou muito cansada e excepcionalmente lenta mas tentarei visitá-lo depois de publicar os poemas de hoje e uma pequena homenagem a uma amiga do Brasil por quem sempre senti uma ternura muito especial.
Abraço enorme!
De poetaporkedeusker a 9 de Dezembro de 2010 às 14:27
Ai, Ligeirinha! Valha-nos Deus! Haverá sempre alguém que duvidará, que imaginará que o que eu quero é aproveitar-me da situação! Nem penses nisso! Eu não poderia sobreviver a outro "julgamento" desse tipo! Neste momento mal tenho forças físicas para sobreviver respirando e a força anímica também ficou muitíssimo abalada!
Sei que tu tens um coração de ouro, mas eu cá me aguento. Fiquei a tremer só de pensar naquilo que muitos irão pensar... e olha que eu não sou - não era - mulher de "tremedeiras"... ainda estou muitíssimo frágil e nem sei como iria reagir. Repara que fui ao limite e ultrapassei-o largamente, nestes últimos dias.
Gosto muito de ti, Ligeirinha! És uma daquelas pessoas de quem sempre gostei muito, mas não quero mais nada. Agradeço-te do fundo do coração!
Um enorme abraço!

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